PARA REFLETIR

"E se nós percorrermos novamente todo o caminho, desde o início. Poderia tentar mudar as coisas que acabaram com nosso amor. Seu orgulho construiu uma barreira, tão forte que não consigo atravessar. E se não existe realmente uma chance para recomeçarmos, pois estou te amando." Scorpions - Still Loving You

sexta-feira, 22 de março de 2013

POLÍTICOS OU OPORTUNISTAS

POLÍTICOS OU PARASITAS

BRASIL, TERRA FARTA ONDE FALTA TUDO...

 Eu não consigo entender como eles (políticos) conseguem dinheiro tão fácil para manter esta enorme quantidade mordomias. Não é a toa que o político brasileiro, além de ser um dos mais corruptos, são os que mais custam para a população. Sim para a população! Principalmente para os menos favorecidos, porque estes não conseguem sonegar, tudo o que consomem pagam elevadíssimos impostos e contribuições. Não tem jeito, tudo já está embutido no preço do que se consome no cotidiano do proletário brasileiro arroz, feijão, farofa, leite, etc, etc... Mas eles (políticos) são bonzinhos, acabaram com a CPMF! Há que pena, acabaram com o imposto que mais pesava no bolso deles, pois, são eles que movimentam milhões em contas bancárias. Quem dera termos nós assalariados gordas contas bancárias para pagarmos uma alíquota de 0,38% da extinta CPMF, ao invés de pagarmos diariamente mais 20 % de impostos sobre a cesta básica. Afinal de contas movimentação bancária se faz uma vez por mês, quando se recebe o minguado salário, já comer e beber, são três vezes ao dia.

Nos países desenvolvidos culturalmente, onde a população é consciente, que não se deixa levar por interesses exclusos da imprensa sensacionalista e maquiadora já estaria nas ruas exigindo a cabeça dos mentores da gastança do dinheiro público.

E nós, brasileiros, somos os cidadãos que mais pagamos impostos e para que? Para temos educação pública de má qualidade, saúde pública vexatória e humilhante para os pacientes, infraestrutura deficitária e caótica. Justiça que só não é mais lenta porque na calada da noite juízes agem em benefício de seus próprios interesses. Sem falar que são tão ou mais corruptos que os políticos, chegam a recebem salários mensais que, juízes de países desenvolvidos não recebem em um ano de trabalho árduo.

Quando tiraremos o tapume de nossos olhos? Quando passaremos a enxergar o que o mundo todo vê e só nós espectadores do futebol da graça, porém sem graça, do BBB que só vingou aqui no Brasil, pois em outros países morreu na casca. Novelistas fanáticos que gostam de viver a ilusão sensacionalista da impressa rica, poderosa, que trabalha para massificar, deturpar, iludir, fantasiar e pacificar a massa trabalhadora para seu próprio interesse excluso, assim não seremos capazes de vermos a realidade que nos encontramos.

Brasil, país rico por natureza, onde o povo trabalha para deixa-lo mais rico ainda para uma pequena parcela da população que se intitula, dona do poder e do saber maquiavélico desfruta das benesses do suor alheio.

Porque para os políticos e juízes o dinheiro é tão fácil e para nós simples trabalhadores é tão difícil? Eu preciso de uma resposta convincente? Quem poderá dar?



Leia mais
Câmara define reajuste de 12,72% na cota de deputados e 26,6% no auxílio-moradia
ERICH DECAT
DE BRASÍLIA
Integrantes da cúpula da Câmara definiram nesta quinta-feira (21) que o aumento da chamada cota mensal de atividades parlamentares será de 12,72%. O reajuste deve gerar um gasto a mais de R$ 22,6 milhões por ano com os parlamentares.
Também ficou definido que o auxílio-moradia pago aos deputados será reajustado em 26,6%, passando dos atuais R$ 3.000 mensais para R$ 3.800. O gasto anual estimado com o aumento do benefício é de R$ 1,5 milhão.
As medidas foram anunciadas ontem pela Mesa Diretora da Câmara, mas sem os valores dos reajustes. A Câmara chegou a divulgar, em nota enviada à imprensa nesta quinta-feira, valores menores do reajuste, mas corrigiu em seguida.
No caso do auxílio-moradia, o benefício não era reajustado desde 1996. Atualmente, 207 dos 513 deputados recebem o recurso. Os demais moram em apartamentos funcionais em Brasília.

Já o chamado "cotão", como é conhecido, foi adotado em 2009 e é utilizado para pagar despesas como passagens aéreas, telefone, serviços postais, assinatura de publicações, combustíveis e lubrificantes, entre outros gastos. Desde então, ele não foi reajustado.
O valor de cada deputado varia de Estado para Estado, principalmente, em razão do preço das passagens aéreas.
Ontem após reunião dos membros da Mesa Diretora, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), determinou que a área técnica definisse um índice de reajuste para os dois benefícios, o que foi feito hoje.
Esses valores deverão fazer parte de um ato interno da Casa e aprovado pelos integrantes da Mesa Diretora.
Além do aumento do valor do "cotão", a Casa prevê a criação de 44 cargos de indicação política e 15 funções, espécie de gratificação cedidas aos servidores que atuam em áreas de chefia.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1250378-camara-define-reajuste-de-12-na-cota-de-deputados-e-23-no-auxilio-moradia.shtml

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ESTA É AS MAZELAS DO BRASIL, PAÍS QUE TEM PRISÃO SOMENTE PARA LADRÃO DE MARGARINA...

Este é o país da Alice. Assim foi o Brasil, assim é o Brasil e assim será o Brasil ainda, por muito tempo! Em quanto nós brasileiros continuarmos sendo iludidos por meios de comunicação tendenciosos e com interesses exclusos, que pendem para o lado em que o dinheiro pesa mais, seremos um país canceroso. É doença difícil de extirpar, esta tão alastrada, seus tentáculos atingiram órgãos vitais para o funcionamento desta nação amada. Mas há cura, o remédio é amargo, poderá fazer muito mal no princípio, mas é necessário. Precisamos apenas de bons e corajosos "médicos" ou de bons "ILUMINISTAS" para que conduzam o povo para conhecimento e para a verdade.  O povo precisa  se fartar de desejos de mudanças. Precisa sair às ruas empunhado sabedoria  para a exigências de seus direitos de cidadões, estamos num país democrático, pagamos impostos para que estes retornem a nós em forma de benefícios como: educação de excelência, saúdes digna, justiça eficiente.


País dos "supersalários", Brasil tem juiz que recebe por mês o que colega de país rico ganha em um ano.
Há muitas formas de enriquecer no Brasil, mas uma estratégia pode parecer uma surpresa no clima econômico atual: conseguir um emprego público.

Enquanto os servidores públicos na Europa e nos Estados Unidos estão tendo seus salários reduzidos ou estão sendo demitidos, alguns funcionários públicos no Brasil estão recebendo salários e benefícios que deixam seus pares nos países desenvolvidos bem para trás.

Um funcionário em um tribunal em Brasília, a capital, recebeu US$ 226 mil (R$ 445 mil) em um ano –mais do que o ministro-chefe do Supremo Tribunal Federal. Igualmente, um dos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo recebeu US$ 263 mil (R$ 518 mil) em um ano, mais do que a presidente do país.

E há os 168 funcionários públicos do Tribunal de Contas de São Paulo, que recebiam salários mensais de pelo menos US$ 12 mil (R$ 23 mil), às vezes de até US$ 25 mil (R$ 49 mil)–mais do que ganhava o prefeito da cidade, a maior do Brasil. De fato, o prefeito na época brincou que planejava se candidatar a um emprego no estacionamento da Câmara Municipal quando seu mandato terminasse em dezembro, depois que foi revelado que um manobrista ganhava US$ 11.500 (R$ 22.655) por mês.

À medida que a economia antes próspera do Brasil começa a estagnar, esses "supersalários", como são conhecidos aqui, estão alimentando um novo ressentimento a respeito da desigualdade nas burocracias desajeitadas do país. Sindicatos poderosos de certas classes de funcionários públicos, fortes proteções legais aos servidores públicos, um setor público inchado que cria muitos novos empregos bem-remunerados, e benefícios generosos que podem ser explorados pelos servidores, tudo isso torna o setor público do Brasil um cobiçado baluarte de privilégio.

Mas as riquezas não são distribuídas igualmente. Enquanto milhares de funcionários públicos excedem os limites constitucionais em suas remunerações, muitos outros enfrentam dificuldades para se sustentar. Por todo o país, professores e policiais geralmente ganham pouco mais de US$ 1 mil (R$ 1,97 mil) por mês, e às vezes menos, exacerbando os problemas de segurança e da educação no país.

"As distorções salariais em nosso setor público chegaram a um ponto em que se tornaram uma desgraça completa e absoluta", disse Gil Castello Branco, diretor do Contas Abertas, um grupo que monitora os orçamentos dos governos.

Funcionários públicos privilegiados, antes chamados de marajás, em uma referência à opulência da antiga nobreza da Índia, existem há muito tempo no Brasil. Mas à medida que o Brasil nutre ambições de subir às fileiras dos países desenvolvidos, uma nova lei de liberdade de informação exige que as instituições públicas revelem os salários de seus funcionários, dos funcionários públicos mais baixos até os ministros do governo.

Apesar de algumas autoridades resistirem às novas regras, as novas revelações das instituições públicas mostraram casos e mais casos de funcionários públicos ganhando mais do que ministros do Supremo Tribunal Federal, que ganhavam aproximadamente US$ 13.360 (R$ 26.723) por mês em 2012, um valor estabelecido pela Constituição como o salário mais alto que um funcionário público pode receber. Apenas no Senado e na Câmara dos Deputados, mais de 1.500 funcionários ganharam mais do que o limite constitucional, segundo o Congresso em Foco, um grupo de vigilância.

Os juízes estaduais podem fazer ainda melhor. Um em São Paulo recebia recentemente US$ 361 mil (R$ 711,17 mil) por mês. Não é erro de digitação: alguns juízes no Brasil recebem em um único mês mais do que seus pares nos países ricos ganham em um ano. (Os mais altos salários anuais dos juízes no Estado de Nova York foram aumentados para cerca de US$ 198.600)

As revelações recentes, incluindo um auditor no Estado de Minas Gerais que ganhou US$ 81 mil (R$ 159,57 mil) em um mês e uma bibliotecária que ganhou US$ 24 mil (R$ 47,28 mil) em outro, provocaram uma forte reação em alguns setores. Joaquim Barbosa, o ministro-chefe do Supremo Tribunal Federal, revogou os supersalários dos 168 funcionários do Tribunal de Contas de São Paulo em dezembro. Outro juiz federal farto suspendeu em outubro os pagamentos acima do teto de 11 ministros do governo, mas a Advocacia-Geral da União disse que entraria com recurso.

Alguns historiadores culpam Portugal, seu antigo poder colonial, pela criação de uma poderosa burocracia pública na qual mandarins contam com enorme influência e ganham salários excessivos. A justiça bizantina do Brasil também fornece formas para certos funcionários públicos contornarem os limites constitucionais às remunerações. Alguns recebem aposentadoria de cargos anteriores no governo –frequentemente o salário integral na época da aposentadoria– após passaram para outro cargo público bem-remunerado.

E há os auxílios extras para moradia e alimentação, os reembolsos generosos por quilômetro rodado a serviço e, é claro, as brechas. Uma lei datada de 1955 permite que alguns funcionários públicos tirem três meses de licença remunerada a cada cinco anos. Mas aqueles que abrem mão da licença, que agora visa encorajar os funcionários a fazerem cursos de pós-graduação, podem receber o dinheiro extra em seu lugar.

Alguns membros importantes do Partido dos Trabalhadores da situação, incluindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, conseguem contornar o limite constitucional ao receberem US$ 8 mil (R$ 15,76 mil) extra por mês por servirem nos conselhos diretores de empresas estatais, e muitos legisladores têm direito a bônus anuais de mais de US$ 26 mil (R$ 51 mil), para que possam comprar roupas como ternos.

Mas entre os países em desenvolvimento, o funcionalismo público do Brasil é invejado em alguns aspectos por seu profissionalismo. Exames rigorosos para uma série de cargos públicos cobiçados geralmente eliminam os candidatos despreparados. Bolsões de excelência, como algumas organizações públicas de pesquisa, conquistaram aclamação em áreas como agricultura tropical.

Mas alguns contribuintes se irritam com os privilégios do setor público, cujas fileiras incharam em 30% na última década, atingindo 9,4 milhões de funcionários em um país de 194 milhões de habitantes. Sindicatos poderosos minam os esforços para demissão de funcionários públicos, tornando esses empregos excepcionalmente estáveis e bem protegidos.

Enquanto o governo brasileiro financia confortavelmente a si mesmo com a cobrança de impostos e emissão de títulos da dívida, serviços como educação e tratamento de esgoto permanecem lamentáveis. Apesar dos altos impostos, o Brasil ficou em último lugar entre os 30 países industrializados e em desenvolvimento em qualidade de serviços que os cidadãos recebem pelo imposto que pagam, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, instituição sem fins lucrativos.

Alguns legisladores se tornaram alvo de escrutínio pessoal. Fernando Collor de Mello, um ex-presidente que antes denunciava os marajás e agora é senador, foi apontado recentemente como tendo gasto mais de US$ 30 mil (R$ 59,1 mil) por mês em dinheiro público para contratação de um jardineiro e dois arquivistas.

No Maranhão, um dos Estados mais pobres do Brasil, os legisladores concederam a si mesmos o equivalente a 18 salários mensais –cada um de aproximadamente US$ 10 mil (R$ 19,7 mil)– em um único ano, justificando a decisão como uma "ajuda de custo".

A nova lei de liberdade de informação, aprovada pela presidente Dilma Rousseff, que ganha em torno de US$ 174 mil (R$ 342,78 mil) por ano, visa expor essas práticas. Sem causar surpresa, alguns interesses entrincheirados têm resistido a cumprir a lei.

Quando o Congresso finalmente decidiu em 2012 permitir que as pessoas obtivessem a informação sobre os salários de seus funcionários, ele também exigiu que o nome de cada funcionário fosse apresentado e submetido online. Em outras palavras, se alguém quisesse informação sobre os 25 mil funcionários do Legislativo, então a pessoa teria que identificá-los independentemente e submeter 25 mil pedidos online separados.

Quem dera fosse assim tão fácil em São Paulo. Uma funcionária da Justiça estadual, Ivete Sartorio, teria recebido aproximadamente US$ 115 mil (R$ 226,55 mil) após convencer seus superiores de que devia ter sido compensada por não tirar suas licenças. Mas quando perguntado recentemente sobre os salários dela, um porta-voz do tribunal, Rômulo Pordeus, disse que o "número de matrícula" de Sartorio era necessário para obtenção da informação.

Quando perguntado sobre como algum contribuinte curioso poderia obter esse número, ele respondeu que Sartorio é quem o tem, e que ele não a incomodaria a respeito dele.

"Eu não vou pedir a ela seu número de matrícula, porque é um aborrecimento, entende?" disse Pordeus. "Ninguém gosta de dizer quanto ganha."

*Lis Horta Moriconi e Taylor Barnes, no Rio, contribuíram com reportagem
fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2013/02/28/pais-dos-supersalarios-brasil-tem-juiz-que-recebe-em-um-mes-o-que-colega-de-pais-rico-ganha-em-um-ano.htm

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

E VOCÊ QUANTO GANHA NO ANO? JÁ GANHOU TODO ESSE DINHEIRO EM SUA VIDA DE TRABALHO?


No último mês de 2012, TRE paulista paga R$ 5,3 milhões para 41 servidores

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo abriu os cofres e pagou R$ 5,34 milhões a um grupo de 41 servidores...

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo abriu os cofres e pagou R$ 5,34 milhões a um grupo de 41 servidores - todos funcionários administrativos - em dezembro de 2012. O mais bem aquinhoado, Dogival dos Santos Hipólito, secretário judiciário, levou de uma só vez R$ 300.089,55 a título de Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI). Os dados estão disponíveis no site do tribunal.
O TRE informou que a verba de fim de ano - liberada a toque de caixa enquanto cresce a fila de precatórios - teve respaldo em acórdão da própria corte, relatado em votação unânime no dia 8 de novembro.
O tribunal alega que a VPNI foi paga a servidores efetivos que exerceram funções comissionadas entre 1998 e 2001. Pelo exercício do cargo de confiança, teriam direito a uma gratificação denominada quinto. A cada ano no exercício da função, eles fariam jus à incorporação, em seus subsídios, de uma quinta parte do adicional. Os servidores agora contemplados com os R$ 5,34 milhões - valor corrigido com juros de mora - alegaram não ter recebido a VPNI, e por isso a pleitearam perante o próprio tribunal (leia abaixo).
A corte decidiu pagá-los mesmo sem que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha pacificado um entendimento sobre a legalidade do pagamento dessa verba, contestada judicialmente pela Advocacia-Geral da União.
Segundo o tribunal paulista, os recursos foram disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os valores liberados não incluem os vencimentos normais. Não há magistrados entre os que receberam a VPNI.
Os dez primeiros da lista embolsaram quantias acima de R$ 200 mil. Juntos, eles receberam R$ 2,35 milhões, ou quase a metade do montante recebido por todo o elenco de funcionários. Entre os 41 agraciados estão oito servidores inativos, que receberam ao todo R$ 664.890,76. Entre eles, o que recebeu mais viu entrar em sua conta um total de R$ 105.104,20.
Ranking. Todos os 41 servidores são funcionários de carreira. Alguns ocupam cargos de confiança. Cláudia Cistolo Pereira Pinto, chefe de cartório da 258.ª zona eleitoral (Indianópolis) embolsou R$ 292.264. É a segunda do ranking. A terceira, Simone Ursulino Figueiredo Brancalhão, chefe de cartório da 4.ª zona eleitoral (Mooca), recebeu R$ 253.244 - em novembro, ela havia recebido R$ 23.418 e, em outubro, R$ 10.421,52.
O quarto colocado da lista é Willians Arrais Dutra, chefe de cartório da 249.ª zona eleitoral (Santana), que ganhou R$ 245.170 - em outubro, ele recebeu R$ 7.925,15. Em seguida aparece Elaine Aparecida Barbosa de Souza Dias, funcionária da assessoria de Planejamento, com R$ 224.229. Em novembro ela havia recebido R$ 18.151, e, em outubro, R$ 10.148,08.
A secretária de Administração de Material, Rhodes Moraes Lambert, ficou com R$ 206.683,25, enquanto a diretora-geral do TRE, Jade Almeida Prometti, recebeu R$ 142. 582.
Entre os servidores do tribunal que não ganharam nenhuma verba eventual, o comentário geral é que os contemplados receberam "valores lotéricos".
Imbróglio. Os tais quintos desse imbróglio judicial eram uma vantagem prevista no Estatuto do Funcionalismo (Lei 8.112/90), artigo 62. A norma previa expressamente que, a cada ano de permanência em um cargo de confiança, o servidor recebia e incorporava a seu salário 20% do valor de gratificação.
A vantagem durou pouco. Em seu governo, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) extinguiu-a por força da Lei 9.624, de abril de 1998. Quem já havia recebido o benefício ficou com ele, na linha do direito adquirido.
Em 2001, a Medida Provisória 2.225 definiu que aquela extinta vantagem prevista no artigo 62 do estatuto se transformou em VPNI. A partir daí, em todo o País o Poder Judiciário interpretou a seu modo que os quintos poderiam ser pagos em "valor cheio", ou seja, a gratificação incorporada totalmente, não mais parceladamente.
Em 2003, o Tribunal de Contas da União (TCU) decretou a ilegalidade da benesse, mas dispensou os funcionários de devolver o dinheiro já recebido.
Contra essa decisão do TCU, que permitiu a incorporação da gratificação dos quintos até setembro de 2001, a Advocacia-Geral da União recorreu ao STF, com mandado de segurança.
O Supremo ainda não julgou o caso, mas o TRE paulista não perdeu tempo. Mandou pagar seu pessoal amparado no conceito de que os tribunais têm autonomia administrativa, prevista no artigo 99 da Constituição.
Diversos órgãos públicos País afora tradicionalmente utilizam no último mês do ano suas sobras orçamentárias para não ter de devolvê-las ao Tesouro. Geralmente, destinam as verbas aos holerites de seus servidores.
Hora extra. Em janeiro, o TSE exonerou dois funcionários, entre eles seu diretor-geral, após a divulgação da informação de que o tribunal pagou verbas milionárias em horas extras a seus funcionários. Só em novembro, 567 servidores receberam um total de R$ 3,8 milhões - o mais beneficiado embolsou R$ 64 mil. O episódio provocou a irritação da presidente da corte máxima da Justiça Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, que ordenou investigação do caso.
O acréscimo médio no salário dos 50 servidores do TSE que mais receberam foi de R$ 18,1 mil. Levados em conta apenas os dez mais bem remunerados, o valor foi de R$ 23,8 mil. No caso do TRE paulista, os 41 servidores tiveram um adicional médio da ordem de R$ 130,6 mil em seus vencimentos. Os dez mais "ricos" receberam um extra que, na média, é de R$ 235,6 mil.

fonte: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/no-%C3%BAltimo-m%C3%AAs-de-2012-tre-paulista-paga-rdollar-53-milh%C3%B5es-para-41-servidores-1
Atualizado: 18/02/2013 02:07 | Por FAUSTO MACEDO, FERNANDO GALLO, estadao.com.br

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ELE VÊ O QUE A GRANDE MAIORIA DOS BRASILEIROS NÃO QUEREM EXERGAM

Foram poucos que no passado se levantaram com discursos inflamáveis para denunciar a exploração do Brasil nos aspectos econômico, ambiental, cultural, social e outros tantos. No século 18, JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER, o TIRADENTES, um simples cidadão já denunciava que os brasileiros estavam sendo explorados com trabalha escravo para sustentar as regalias da coroa. As riquezas brasileiras estavam sendo levadas para o exterior, éramos apenas uma colônia para a exploração e como tal deveríamos servir os senhores da coroa como bobos da corte. Tiradentes  foi enforcado, para servir de exemplo para que nenhum outro se levantasse e denunciasse as falcatruas da coroa portuguesa e aqueles que a ela serviam. Tiradentes morreu com apoio de muitas brasileiros que nem se quer sabiam e muito menos procuraram saber o ideal de sua luta e o real motivo de sua morte. 

Assista ao vídeo abaixo e verás que não precisa ser doutor para entender o que se passa na falácia e nos atos sórdidos dos governantes deste país...



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

ASSIM É O BRASILEIRO, VÊ O CISCO NO OLHO DO OUTRO MAS NÃO ENXERGA O PEDAÇO DE PAU NO SEU PRÓPRIO OLHO...

Muitos que se acham os reis da cocada preta, que só eles trabalham para sustentar este país, reclamam que o governo dá 70 reais para famílias que nada tem, para que ao menos tenham o que comer. Pois bem, não são capazes de verem isto, vivem com os olhos tapados pela arrogância de terem o rei na barriga.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O BRASILEIRO AINDA PENSA E AGE CONFORME O SENSACIONALISMO DA IMPRENSA


Na pesquisa abaixo esta claro o que digo no título da matéria. Qual dos quatro personagem abaixo é que menos ganha R$? Qual deles realmente lutou como guerreiro para uma conquista legítima? Qual deles não ganhou nada financeiramente pela conquista? Qual deles teve o maior orgulho de ser brasileiro na quele momento? E qual foi a intenção do pesquisador em colocar o Arthur Zanetti um  atleta de uma modalidade que raramente se vê na tv?

Infelizmente falta ao povo brasileiro uma educação escolar de qualidade capaz de provocar em seu ímpio o desejo de transformar esta nação, em uma grande nação movida por seus próprios atos e pensamentos. Deixando longe o sensacionalismo escrupuloso da imprensa tendenciosa que manipula o povo como marionetes.


Qual das personalidades abaixo foi mais marcante em 2012?

  1.  
    13 %
    Tite, técnico do Corinthians, que venceu a Libertadores e o Mundial
    6.778 votos
  2. 67 %
    Joaquim Barbosa, relator do mensalão no STF
    33.868 votos
  3.  
    14 %
    Adriana Esteves, que interpretou a personagem Carminha
    7.188 votos
  4.  
    6 %
    Arthur Zanetti, que ganhou medalha inédita nas Olimpíadas
    3.183 votos
Total de respostas 51.017
Resultados atualizados a cada um minuto.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

TRAGÉDIA



Comentário do autor.
Quantos casos semelhantes a estes já aconteceram aqui no Brasil, perto de nós. Imagine a dor da mãe vendo sua prole morrendo e ela de nada poder fazer, pois lhe falta o que é de seu maior direito, o direito de alimentar-se ao menos três vezes ao dia. Quantas vezes esta criança andou pelas ruas, presenciando nos restaurantes pratos fartos de iguarias que custam absurdos. Muitas vezes, sendo consumidos por pessoas que ocupavam e ocupam cargos públicos, recebendo valores salarias exorbitantes com a obrigação de cuidar para que de nada falte a estas crianças. É muito confortável sentar-se a cadeira do trabalho fazer de conta que nada vejo, sem comprometimento, sem tomar parte da responsabilidade social que se tem e simplesmente esperar o final de cada mês, receber o que me é de “direito”, sem ter realmente minha função cumprida, não somente como um servidor, mas como cidadão, temente a Deus e seus mandamentos. O maior dos mestres já pregava que “quem precisa de médicos são os doentes, não quem está sã.”  Infelizmente a cultura ocidental, países do qual fomos colonizados e explorados prioriza o “ter” e não o “ser”. O ter de nada adianta se não soubermos sermos  pessoas capazes de usufruir com respeito os recursos naturais, sem depreda-los. “Termos” sabedoria suficiente para compreendermos o quanto é necessário “ter” para sermos felizes. Alexandre o Grande assim disse em seu leito de morte aos seus generais, como seus três últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...) e;

3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Argentina: polêmica cerca morte de bebê abandonado desnutrido
O julgamento de uma mulher vítima de pobreza extrema, acusada pelo abandono e a morte de sua filha de 3 anos na província de Misiones, no nordeste da Argentina, gerou polêmica no país perante um caso qualificado pela defesa da acusada como a "criminalização da pobreza".
María Ovando, de 37 anos, é acusada de "abandono de pessoa seguida de morte e agravada pelo vínculo", já que a vítima era sua filha Carolina, a penúltima de 12 irmãos, que morreu em março de 2011.
A morte de Carolina aconteceu quando sua mãe tentava levá-la a um centro de saúde localizado a vários quilômetros de onde ela morava.
Após perceber a morte da menina, a mulher decidiu enterrá-la por medo, segundo a defesa, que é liderada pela advogada Roxana Rivas.
"Trata-se de um caso de criminalização da pobreza, porque estão exigindo que uma pessoa que tem apenas esses meios possa cobrir todas as necessidades básicas. María é analfabeta. O Estado jamais a informou de que podia receber uma quantia mensal como auxílio por ser mãe de sete filhos", declarou Roxana à emissora local "FM Cultura".
Organismos públicos e dirigentes políticos reuniram 20 mil assinaturas para solicitar a absolvição de María, em um documento no qual figuram a Defensoria Geral da Nação, associações judiciais e grupos que combatem a violência de gênero.
Deverá ser divulgada nesta quarta-feira a decisão judicial do Tribunal Penal 1 de Eldorado, cidade localizada a 200 quilômetros de Posadas, a capital da província de Misiones.